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Butique das "finas e fofas" do Recife era "usada para desvios de recursos das empresas principais" do Grupo João Santos para fugir dos credores trabalhistas e fiscais

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Policial federal contando dinheiro apreendido na casa de um dos alvos da Operação Background - Foto: Divulgação/PF Em todo o período analisado pela Polícia Federal, o total de créditos nas contas da Dona Santa foi de cerca de R$ 102 milhões, enquanto a receita declarada no mesmo período foi de pouco mais de R$ 47 milhões. Aparentemente, R$ 55 milhões de origem desconhecida foram creditados nas contas da empresa, aponta a decisão de buscas e apreensões De acordo com a decisão que determinou buscas e apreensões nas empresas do Grupo João Santos e de pessoas ligadas a este, a Polícia Federal aponta no sentido "da lavagem de dinheiro", pois "analisando as movimentações bancárias suspeitas, foi possível identificar retiradas milionárias por sócios, utilização de contas bancárias de passagem, com valores entrando na conta e sendo transferidos para outras contas no mesmo dia ou em dias próximos, tudo isso para evitar bloqueios judiciais e rastreamento dos valores. Também

Governo de Pernambuco pagou R$ 220,9 milhões à Schaim Engenharia, próximo alvo da Lava Jato, para construção de hospitais e habitacionais

Dados do Portal da Transparência do Governo de Pernambuco revelam que pagamentos à Schain Engenharia, que segundo notícia veiculada, hoje, pelo Portal Brasil 247, será uma das construtoras atingidas pela delação premiada do ex-diretor da Petrobras, Pedro Barusco, chegaram a R$ 220.941.800,00, somente entre os anos de 2008 e 2014, já que o período anterior a 2008 não está disponível para consulta.









Em discurso proferido da tribuna da Câmara Federal, a então deputada e hoje Ministra do TCU, Ana Arraes, destacava a atuação da empresa Schain na construção, em SUAPE, da primeira plataforma destinada à exploração do pré-sal, numa parceria com a empresa japonesa MODEC que, segundo Ana Arraes, já seria fornecedora da Petrobras. Segundo a própria Ana Arraes, paralelamente a isso, o então governador de Pernambuco, Eduardo Campos, pessoalmente, mantinha entendimentos com as construtoras Alusa e Galvão, esta hoje já delatada dentro da Operação Lava jato, para a implantação de um terceiro estaleiro em SUAPE, com investimentos da ordem de US$ 300 milhões. Como se pode perceber, os negócios das empreiteiras alvo das delações premiadas da Operação Lava Jato, em Pernambuco, não estavam restritas à Refinaria Abreu e Lima:




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