RESPOSTA ÀS OFENSAS QUE PESSOAS SE PASSANDO POR EMPREGADOS DO BANCO DO BRASIL TÊM ME FEITO EM REDES SOCIAIS

O brasileiro aprendeu, ao longo do tempo, a negociar voto. E sequer toma consciência de que negociar voto não é apenas pegar aquele dinheiro que o candidato entrega pro pobre na boca da urna.

Sim, isso que muitos estão fazendo vindo nas minhas páginas ou no meu Blog, para me “ameaçar” ou me informar que não votarão mais em mim por eu ter denunciado o Banco do Brasil por estar realizando uma política de verdadeira sabotagem aos candidatos nas eleições desses anos, é, sim, negociação de voto, só que de uma maneira sutil, mal disfarçada de defesa da instituição.

O que essas pessoas que se dizem empregados do Banco do Brasil, mas que podem perfeitamente ser apenas emissários de sabotadores de nossa candidatura, já que muitos têm se utilizado do conveniente expediente do anonimato, têm feito é dizer: “Não critique, nem denuncie a instituição na qual eu trabalho, pois senão não voto em você.” O que é isso senão chantagem ou venda de voto em troca do meu silêncio?

Qualquer pessoa sensata percebe que o que denunciei foi uma política da atual direção de prejudicar os candidatos que precisam das contas eleitorais para fazerem suas campanhas de forma limpa. O Banco do Brasil é uma instituição pública e é por isso que nem tudo que faz deve resultar em lucro. É aí que está o sentido de existir de um banco público. As contas eleitorais se enquadram nesse serviço não lucrativo. Não vou jamais deixar de denunciar uma instituição ou pessoa para não perder votos ou para angariar votos.

A política se for assim não me interesse. Amanhã, as mesmas pessoas que hoje estão tentando me desmoralizar virão a mim me pedindo pra que eu divulgue notas contra usos politiqueiros do Banco do Brasil e eu divulgarei, pois o que fiz foi exatamente isso: denunciar que se um banco público se recusa a cumprir seu papel de banco público perde ser sentido como tal e abertas estarão as portas para a privatização. Quem não tem a capacidade de compreender isso é que deve ser verdadeiramente inimigo dos bancos públicos e não eu.

 Todos os dias eu atendo servidores de todo tipo de instituição pública me pedindo para denunciar desvios de finalidade, nomeações escandalosas, fraudes em suas instituições e o faço mesmo sabendo que não votarão em mim, pois têm lá seus compromissos sindicais, com os partidos e candidatos ligados a esses sindicatos. Portanto, ninguém ache que vai me calar com ameaças de que não vão votar em mim. Eu não compro voto! Nem com dinheiro, nem com adulação, nem com cargos em gabinete, nem com postagens no meu blog, nem escondendo o que estiver de errado.


E, pra finalizar, eu não comecei, nem mal, nem bem. Estou aí há muitos anos, fazendo o que ninguém faz que é dar minha cara a tapa, desafiando os poderosos. Desafio muito sindicato a fazer o que eu faço só com minha cara e minha coragem, mas, enfim, obrigada por destilarem seu ódio, sua inveja, sua incompreensão, sua ingratidão e sua mesquinharia. Nada disso me surpreende. Estou firme como sempre estive. Enquanto vocês me atacam, o chefe interino de vocês caminha para a efetividade. Bom tarde, pessoas de “coragem”.

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