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Butique das "finas e fofas" do Recife era "usada para desvios de recursos das empresas principais" do Grupo João Santos para fugir dos credores trabalhistas e fiscais

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Policial federal contando dinheiro apreendido na casa de um dos alvos da Operação Background - Foto: Divulgação/PF Em todo o período analisado pela Polícia Federal, o total de créditos nas contas da Dona Santa foi de cerca de R$ 102 milhões, enquanto a receita declarada no mesmo período foi de pouco mais de R$ 47 milhões. Aparentemente, R$ 55 milhões de origem desconhecida foram creditados nas contas da empresa, aponta a decisão de buscas e apreensões De acordo com a decisão que determinou buscas e apreensões nas empresas do Grupo João Santos e de pessoas ligadas a este, a Polícia Federal aponta no sentido "da lavagem de dinheiro", pois "analisando as movimentações bancárias suspeitas, foi possível identificar retiradas milionárias por sócios, utilização de contas bancárias de passagem, com valores entrando na conta e sendo transferidos para outras contas no mesmo dia ou em dias próximos, tudo isso para evitar bloqueios judiciais e rastreamento dos valores. Também

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Chegou ao conhecimento de nosso Blog, que apesar de contar com 700 candidatos a vereadores, somente alguns desses candidatos teriam participado de uma festa cheia de privilegiados, escolhidos a dedo para distribuição de apoio político, que os caciques do PSB do Recife têm promovido na mansão da foto, situada no bairro nobre de Casa Forte. Quem seriam os candidatos privilegiados pelo PSB nessa reta final de campanha? A pergunta, que não quer calar, será respondida amanhã, assim que forem abertas as urnas e forem revelados os eleitos pelo famoso "chapão da morte".



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