Pesquisa coloca Paulo Câmara como o Temer de Pernambuco e inviabiliza sua reeleição esvaziando pretensões de Humberto Costa de rifar Marília Arraes para apoiar Câmara

Pesquisa para consumo interno encomendada pela Executiva Nacional do Partido dos Trabalhadores para avaliar a viabilidade eleitoral de apoio à reeleição do governador Paulo Câmara em detrimento da candidatura própria do Partido jogou um balde de água fria nas pretensões dos petistas pernambucanos como Humberto Costa e Oscar Barreto que defendem com unhas e dentes que o PT abra mão de ter uma candidatura própria para apoiar a reeleição de Paulo Câmara que aparece com altíssimos índices de rejeição, nunca antes alcançados por um governador do Estado.

Quando questionados em quem votariam para governador Paulo Câmara aparece atrás de Marília Arraes e de Armando Monteiro.

Se Lula apoiar o candidato do PT em Pernambuco a soma dos que votariam com certeza e dos que poderiam votar nesse candidato dá a vitória do candidato petista já no primeiro turno.

Temer, que contou com os votos dos secretários de Paulo Câmara para tomar a presidência de Dilma, tem altíssimos índices de releição em Pernambuco, assim como Paulo Câmara

Diferentemente do que muitos poderiam esperar, para os pernambucanos, o principal problema do Estado hoje é a Saúde, seguida pela Segurança Pública. A Educação vem em seguida. Questionados sobre o que o próximo governador deveria mudar nas políticas do atual governo, a maioria dos entrevistados afirma que o próximo governador deve mudar tudo da política praticada por Paulo Câmara, o que vai de encontro à pretensão de Fernando Haddad de buscar as experiências do governo Paulo Câmara para compor o plano de governo do PT, pois estaria copiando políticas altamente rejeitadas pelo povo pernambucano.

A maioria dos entrevistados também considera que Pernambuco estará pior ao final do Governo Paulo Câmara. Os índices alcançados por Paulo Câmara só não são piores do que aqueles alcançados pelo presidente Michel Temer, que chegou à presidência depois de contar com os votos decisivos do PSB. Na ocasião, Paulo Câmara chegou a liberar secretários que estavam licenciados dos mandatos de deputados federais para que fossem votar pelo impeachment da presidenta Dilma.

Para complicar ainda mais as pretensões de Humberto Costa e Oscar Barreto que queriam deslocar a decisão pelo apoio ao PSB para a Direção Nacional que esperava que o PSB rifasse a candidatura de Marcio Lacerda para apoiar a reeleição do petista Fernando Pimentel, o PSB de Minas Gerais já rejeitou a manobra e segundo o Valor Econômico fechou aliança com o PDT em prol da candidatura de Lacerda que chamou a possibilidade de aliança do PT com o PSB em Minas e em Pernambuco de "boato" (Leia em http://amp.valor.com.br/politica/5571771/pdt-e-psb-formalizam-alianca-em-torno-de-marcio-lacerda-em-minas ).

A íntegra da pesquisa está circulando livremente em Grupos de WatsApp.

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