Mesmo de férias, Juiz Moro interfere em processo e relator do processo de Lula revoga decisão do plantonista para manter Lula preso


Um fato que chamou atenção do mundo jurídico foi a estranha intervenção do Juiz Sergio Moro no Habeas Corpus em que o TFR4, por um desembargador plantonista, Rogério Favreto, determinou a imediata soltura do ex-presidente Lula que é pré-candidato à presidência da República.

Conforme levantou o deputado Paulo Pimenta, do PT, o juiz Sergio Moro está de férias, portanto, afastado da jurisdição, estando impedido, assim, de atuar nos processos da 13ª Vara Federal do Paraná.


Apesar disso, não apenas despachou nos autos, mas interferiu, com sua decisão, para que a Polícia Federal, em Curitiba, deixasse de cumprir a ordem judicial de soltura de Lula, que fora determinada por um desembargador, portanto, superior hierárquico de Sergio Moro.

O fundamento para a soltura de Lula pelo Plantonista é sua pré-candidatura à presidência. De acordo com o desembargador que mandou soltar Lula, ao ser mantido preso sem sequer o trânsito em julgado da sentença condenatória, entretanto, após  interferência de Moro, o relator do processo, mesmo sem estar de plantão, despachou os autos para manter a prisão de Lula, alegando não enxergar a existência de fatos novos que justificassem sua soltura.



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