Ricardo Padilha é condenado a 6 anos e 4 meses de reclusão por formação de quadrilha e venda de produtos impróprios para consumo. Empresário foi o principal alvo das Operações Torrentes. e Mata Norte


O Juiz José Gilberto de Sousa, da 1ª. Vara da Comarca de Timbaúba/PE, nos autos da ação penal nº 0000950-08.2008.8.17.1480, condenou RICARDO José PADILHA Carício a dois (02) anos e quatro (04) meses de reclusão, pela prática da conduta típica então prevista no artigo 288 do Código Penal (formação de quadrilha), e a mais quatro (04) anos e dois (02) meses de detenção, pela prática da infração prevista no artigo 7º, inciso IX, da Lei nº 8.137 de 27/12/1990 (vender, ter em depósito para vender ou expor à venda ou, de qualquer forma, entregar matéria-prima ou mercadoria, em condições impróprias ao consumo). A pena deverá ser cumprida inicialmente em regime semi-aberto.

O Ministério Público de Pernambuco, por intermédio do Promotor de Justiça João Elias da Silva Filho, da 1ª Promotoria de Justiça de Timbaúba, denunciou Ricardo Padilha em 2008 como decorrência da Operação Ouro Branco, da Polícia Civil de Pernambuco. 

Ricardo Padilha é apontado pela Polícia Federal e pelo Ministério Público Federal como líder de uma organização criminosa que juntamente com Coronéis da Casa Militar do Governo do Estado de Pernambuco se utilizava até de um lobista que cumpriu pena por assaltos a bancos para fraudar licitações e superfaturar contratos naquela Secretaria e em outras do governo do Estado e com braços em outros Estados da Federação (Leia em ASSALTANTE DE BANCOS ERA O LOBISTA QUE INTERMEDIAVA CONTRATOS ENTRE EMPRESÁRIOS E GOVERNOS DE PERNAMBUCO E MARANHÃO, REVELA OPERAÇÃO TORRENTES II DA POLÍCIA FEDERAL)

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