NOVA POLÍTICA: DAVI ALCOLUMBRE (DEM), QUE É LIDERADO POR RANDOLFE (REDE) NO AMAPÁ, RESPONDE PROCESSO POR COAÇÃO CONTRA SERVIDORES DA PREFEITURA DE MACAPÁ, JUNTAMENTE COM PREFEITO CLÉCIO,EX-PSOL, HOJE NA REDE



No Amapá, novo presidente do Senado, que é do DEM, integra grupo político liderado por Randolfe e pelo Prefeito de Macapá, Clécio Luiz, ambos da Rede, para onde foram depois de saírem do PSOL, partido pelo qual ambos se elegeram para seus primeiros mandatos de senador e prefeito de Macapá, respectivamente.


DA EDITORIA DO BLOG


O Ministério Público Eleitoral (MP Eleitoral) ajuizou, no Tribunal Regional Eleitoral do Amapá, em dezembro do ano passado, uma ação por abuso do poder político nas eleições de 2018, contra o novo presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre, do DEM (Leia AQUI).

Alcolumbre teria sido beneficiado com o uso da máquina da Prefeitura de Macapá em sua campanha ao governo do Amapá, nas últimas eleições, quando o Ministério Público Eleitoral constatou que os servidores da Secretaria Municipal de Saúde de Macapá (Semsa) estavam sendo coagidos, em pleno horário de expediente, a participarem dos atos de campanha do então candidato a governador do Estado do Amapá, senador em meio de mandato, Davi Alcolumbre e de sua vice Silvana Vedovelli, do PP.



Em seus depoimentos ao Ministério Público, os servidores, que atuam em campo no controle da dengue, confirmaram que foram compelidos a participar de caminhadas e bandeiradas em apoio a Alcolumbre, sob ameaça de perda de funções gratificadas. Para o MP Eleitoral, o contexto revela desvio de finalidade no uso do patrimônio público, caracterizador do abuso de poder político.

Em caso de condenação, os responsáveis por abuso do poder político podem ser penalizados com inelegibilidade para as eleições a se realizarem oito anos subsequentes à eleição em que se verificou o abuso e com a cassação do registro ou diploma do candidato diretamente beneficiado. 

Além de Alcolumbre e de sua vice, também vai responder à ação o prefeito de Macapá, Clécio Luis, eleito pelo PSOL e reeleito pela REDE. Os comparsas de Alcolumbre e Clecio que coagiam os servidores também são alvos da ação.

No último dia 02/01/2018, a Justiça Eleitoral do Amapá expediu intimação para que Alcolumbre e Clécio apresentem defesa.



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