Sindicato dos Professores e pais de alunos irão amanhã (13), à Prefeitura do Recife, exigir soluções para condições precárias nas escolas. Imagens são estarrecedoras.

Escola Magalhães Bastos da Prefeitura do Recife (Foto: Simpere)
As mães e pais dos alunos das Escolas Municipais Ebenézer Gueiros (Iputinga), Paulo VI (Linha do Tiro) e Magalhães Bastos (Várzea) estarão amanhã às 14h na sede da Prefeitura do Recife para realizar um protesto devido a situação precária em que se encontram as estruturas das unidades de ensino. 

Escola Municipal Ebenézer Gueiros (Foto: Simpere)
Na Escola Ebenézer nem foi possível começar o ano letivo devido a reforma inacabada do prédio que estaria, de acordo com o SIMPERE, colocando a vida dos estudantes em risco.

No último dia 5, após a mobilização do Sindicato dos Professores do Recife (Simpere) e comunidade escolar, a prefeitura suspendeu as aulas até que a unidade esteja em condições adequadas e não ameaçasse a segurança dos alunos e professores.

Escola Municipal Magalhães Bastos (Foto: Simpere)

Escola Municipal Boa Esperança (Foto: Simpere)

Já nas outras escolas, as aulas começaram. Porém, o Simpere não vê condições dessas escolas receberem os estudantes de forma segura e digna. A situação é semelhante, denuncia o SIMPERE: vazamento de esgoto no pátio, banheiros sem pia ou alagados. Salas interditadas e alagadas devido a falta de prevenção quanto a chuva, ou funcionando sem ventilador.

As mães e pais dos alunos das Escolas Municipais Ebenézer Gueiros (Iputinga), Paulo VI (Linha do Tiro) e Magalhães Bastos (Várzea) estarão amanhã às 14h na sede da Prefeitura do Recife para realizar um protesto devido a situação precária que se encontram a estruturas das unidades de ensino. 

"Na Escola Ebenézer nem foi possível começar o ano letivo devido a reforma inacabada do prédio que estava colocando a vida dos estudantes em risco. No último dia 5, após a mobilização do Sindicato dos Professores do Recife (Simpere) e comunidade escolar, a prefeitura suspendeu as aulas até que a unidade esteja em condições adequadas e não ameaçasse a segurança dos alunos e professores", denuncia o SIMPERE, em nota.

Escola Municipal Paulo VI (Foto: SIMPERE)

O Sindicato ainda afirma que nas outras escolas, as aulas começaram. Porém, sem condições de receber os estudantes de forma segura e digna. "A situação é semelhante: vazamento de esgoto no pátio, banheiros sem pia ou alagados. Salas interditadas e alagadas devido a falta de prevenção quanto a chuva, ou funcionando sem ventilador. Alunos e professores se queixam do calor desumano e já há registros de estudantes que passaram mal com devido a alta temperatura. Inúmeros pontos de infiltração e entulho acumulado próximo aos locais onde as crianças realizam atividades rotineiras. Na escola Paulo VI, chama atenção o estado da quadra onde, teoricamente, acontecem as aulas de educação física. Completamente alagada e inutilizada".

Simpere mobiliza pais de alunos da Rede Municipal do Recife para exigirem melhorias estruturais para as escolas da PCR

No último dia 5, após a mobilização do Sindicato dos Professores do Recife (Simpere) e comunidade escolar, a prefeitura suspendeu as aulas até que a unidade esteja em condições adequadas e não ameaçasse a segurança dos alunos e professores. Já nas outras escolas, as aulas começaram. Porém, sem condições de receber os estudantes de forma segura e digna. A situação é semelhante: vazamento de esgoto no pátio, banheiros sem pia ou alagados. Salas interditadas e alagadas devido a falta de prevenção quanto a chuva, ou funcionando sem ventilador. 

Escola Municipal Boa Esperança (Foto: Simpere)
“O Simpere denuncia o descaso da Secretaria de Educação, que no dia 4 desse mês realizou a solenidade da abertura do ano letivo com todas as pompas, fazendo altos investimentos enquanto as escolas estão caindo na cabeça das crianças. Isso é uma falta de respeito", diz a diretora Teoneide Albuquerque. 

"No começo de um novo ano letivo é assustador que as escolas não consigam apresentar condições mínimas de infraestrutura. A escola, que deve ser parceira da população, se torna uma ameaça, na medida que coloca em risco a integridade física e moral dos(as) estudantes e professores(as)", finalizam.

ESCOLA MUNICIPAL PAULO IV (FOTO: SIMPERE)





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