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Butique das "finas e fofas" do Recife era "usada para desvios de recursos das empresas principais" do Grupo João Santos para fugir dos credores trabalhistas e fiscais

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Policial federal contando dinheiro apreendido na casa de um dos alvos da Operação Background - Foto: Divulgação/PF Em todo o período analisado pela Polícia Federal, o total de créditos nas contas da Dona Santa foi de cerca de R$ 102 milhões, enquanto a receita declarada no mesmo período foi de pouco mais de R$ 47 milhões. Aparentemente, R$ 55 milhões de origem desconhecida foram creditados nas contas da empresa, aponta a decisão de buscas e apreensões De acordo com a decisão que determinou buscas e apreensões nas empresas do Grupo João Santos e de pessoas ligadas a este, a Polícia Federal aponta no sentido "da lavagem de dinheiro", pois "analisando as movimentações bancárias suspeitas, foi possível identificar retiradas milionárias por sócios, utilização de contas bancárias de passagem, com valores entrando na conta e sendo transferidos para outras contas no mesmo dia ou em dias próximos, tudo isso para evitar bloqueios judiciais e rastreamento dos valores. Também

Empresa alvo da Operação Convescote venceu 9 licitações somente no mês de abril para fornecer alimentos para o Gabinete de Paulo Câmara


A empresa Kaluah, que foi alvo da Operação Convescote, da DRACO e que resultou na prisão do dono desta empresa e no afastamento do secretário de Políticas Sociais e Juventude, da Prefeitura do Paulista, José Augusto da Costa e de outros quatro servidores, dentre eles, o pregoeiro, sagrou-se vencedora em nada menos que 9 licitações realizadas pelo gabinete do governador Paulo Câmara, apenas do mês de abril, deste ano.

Os dados constam do Portal Tome Contas do TCE, que também revelam a contratação da mesma empresa, por diversas prefeituras por valores milionários. A mepresa Kaluah que pertence ao empresário Norberto Pessoa Brito, preso na operação, juntamente com Aluísio Mendes de Araújo, proprietário da Araújo Dantas, é suspeita de fraudar licitações e de fornecer alimentos vencidos e em quantidades menores que as especificadas no contrato, para pessoas idosas e dependentes químicos dos abrigos da Prefeitura do Paulista. Será que para o gabinete do governador, essa empresa também fornecia esse tipo de alimento?


Vejam os dados do Tome Conta:







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