Em nota, PVAX se defende sobre contrato com Jaboatão e acusa concorrente de negócios escusos: "Sócio é genro de Lula Cabral"




A emresa PVAX, do Rio de Janeiro, por meio de nota enviada à Editoria do Blog, atesta a lisura do contrato com a Prefeitura de Jaboatão e a qualidade dos serviços prestados. Além disso, a empresa que denunciou a PVAX ao TCE, dia a nota, estaria envolvida com improbidades e seria de um genro de Lula Cabral, prefeito afastado do Cabo, que chegou a ser preso por desvios quase 100 milhões de reais na Caboprev. Segue a nota na íntegra:

"A diretoria da PVAX, empresa especializada em logística, foi surpreendida por uma notícia publicada em seu blog, na qual foi acusada de ter sido favorecida em licitação da prefeitura de Jaboatão dos Guararapes e de ser investigada em operação da PF no Rio de Janeiro. Como ambas afirmações são inverídicas e maliciosas, com o intuito de prejudicar a empresa vencedora de licitação perfeitamente legal no município de Jaboatão dos Guararapes, em benefício de uma concorrente que não preza nem pela qualidade dos serviços, e cujos sócios não têm compromisso com a honestidade - como veremos adiante, solicitamos a publicação destes esclarecimentos: Quanto ao texto publicado no blog, a afirmação de que a Secretaria Municipal de Saúde reclama dos serviços prestados pela PVAX é falsa: “Além disso de acordo com a denunciante, que era a prestadora anterior dos serviços, a PVAX estaria prestando serviços de forma insatisfatória, a ponto de gerar reclamações nas redes sociais. “. A redação correta é esta, referente à resposta do TCE na representação da empresa CIAT e INDEFERIDA pelo TCE, de autoria da Prefeitura do Jaboatão dos Guararapes: “Considerando ainda, que a atual empresa (entenda-se CIAT) está prestando os serviços de forma insatisfatória, levando esta SMS a críticas nas redes sociais, pela falta de medicamentos. Ainda na notícia veiculada no blog, a PVAX foi maliciosamente citada como parte na investigação de uma operação da Policia Federal no Rio de Janeiro. A verdade é que a empresa só foi citada na reportagem do jornal O Globo porque foi contratada para executar um serviço anteriormente de responsabilidade da empresa PROL, envolvida em vários processos na justiça do Estado do Rio de Janeiro. O contrato entre a PVAx e o Detran RJ tinha como objeto a disponibilização de 580 colaboradores distribuídos em 90 postos de atendimento do Detran RJ pelo estado do Rio de Janeiro. Em contratos de terceirização de mão de obra desse porte, a nova empresa contratada normalmente mantém boa parte dos colaboradores antigos, pois os mesmos já estão qualificados para executarem as atividades. Com isso, aqueles profissionais que têm interesse são devidamente registrados pela nova empresa. Ou seja, a PVAX apenas contratou profissionais que já executavam as atividades no contrato anterior. A PVAX NUNCA foi citada em qualquer investigação de qualquer órgão fiscalizador do estado do RJ. A PVAX é uma empresa nascida em 2010, especializada na prestação de serviços para a área de saúde com serviços executados em estados como Rio de Janeiro, São Paulo e Pernambuco, possui mais de 700 colaboradores, experiência comprovada em logística na área de saúde e vasta atestação técnica comprobatória. É fruto do trabalho incessante de jovens com muita experiência de mercado, principalmente em logística que, depois de trabalhar em grandes empresas (multinacionais e brasileiras), resolveram aplicar o conhecimento e abrir o próprio negócio. Hoje são reconhecidos pelos parceiros pela agilidade nas operações e confiabilidade no cumprimento dos contratos. Vamos aos fatos: A empresa Centro Integrado de Armazenagem e Transporte Ltda (CIAT), vem prestando serviços de Logística e Gestão Integrada de Estoques, Equipamentos e Informações à Secretaria de Saúde do Jaboatão dos Guararapes sem cobertura contratual desde novembro de 2018. Há mais de três anos, a CIAT vem sendo contratada por meio de Dispensa de Licitação (Contrato Emergencial), embora essa modalidade de contrato tenha seu prazo limitado a 180 dias. Em maio de 2019, a Prefeitura finalizou novo processo licitatório, mas o mesmo foi suspenso pelo TCE após representação da empresa CIAT, obrigando a Prefeitura a revogar o referido certame. Grande interessada em se manter na prestação de tais serviços de forma emergencial ou via TAC (Termo de Ajuste de Conduta), a CIAT vem criando dificuldade em qualquer tentativa da Prefeitura do Jaboatão dos Guararapes em contratar de forma definitiva ou de forma emergencial nova empresa para prestação dos referidos serviços. Segundo a Prefeitura, a empresa CIAT está prestando os serviços de forma insatisfatória, levando a SMS a críticas nas redes sociais, pela falta de medicamentos. No pedido de Medida Cautelar da empresa CIAT junto ao TCE, INDEFERIDO pelo Tribunal, ela trata de possível dano ao erário, uma vez que que o custo com o inventário geral e transferência do estoque poderia ter sido evitado, caso o serviço continue a ser prestado pela mesma. Esclarecemos que o valor da proposta vencedora da PVAX é inferior ao valor do atual contrato da CIAT, que a transferência dos estoques será de reponsabilidade da empresa contratada e o inventário geral deveria ser uma rotina na prestação de serviços de qualquer operador logístico, nesse caso a CIAT, já que é a única forma de aferir a qualidade dos serviços prestados. Não fazer o inventário é esconder possíveis faltas nos estoques, cuja acuracidade é de responsabilidade da empresa contratada. Além disso, em seu pedido de Medida Cautelar, a CIAT também trata de possível desabastecimento, visto que nos autos do processo a PVAX não apresentou licenças locais nem o local que prestará os serviços. Esclarecemos que as tais comprovações não faziam parte das exigências constantes no Termo de Referência que compôs o processo de contratação, que a PVAX já apresentou à Prefeitura/SMS o seu Centro de Distribuição e que está dentro do prazo de implantação previsto pela contratante. A EMPRESA CIAT A CIAT, que tenta denegrir a imagem de sua concorrente PVAX nas redes sociais, tem como sócio fundador Andre Maciel, ex-funcionário da TCI BPO e primo de Roberto Marinho Filho, proprietário da TCI BPO, empresa que antecedeu a CIAT na prestação de serviços de logística à Secretaria Municipal de Saúde do Jaboatão dos Guararapes, atualmente em recuperação judicial e envolvida em processos de improbidade administrativa. Porém, André Maciel não se limitou a fazer negócios apenas através de sua pequena empresa de logística; ele também se envolveu em negócios suspeitos junto ao seu sogro, Lula Cabral, ex prefeito do município do Cabo de Santo Agostinho. Conforme reportagem publicada neste mesmo site (link abaixo) e em outros órgãos de imprensa (link abaixo), a operação ABISMO da Polícia Federal prendeu Andre de Camara Barros Maciel no dia 22 de outubro de 2018 por participação no esquema que levou à prisão o prefeito de Cabo de Santo Agostinho, por fraudes previdência[arias no valor de R$ 92 milhões, aplicadas na previdência dos servidores da cidade em títulos podres. André é cúmplice do sogro no recebimento da propina. André roubou os cidadãos de Cabo de Santo Agostinho. https://www.blogdanoeliabrito.com/2018/10/operacao-abismo-pf-prende-genro-de-lula.html https://g1.globo.com/pe/pernambuco/noticia/2018/11/01/deus-me-deu-r-2-milhoes-em-um-dia-diz-advogado-procurado-pela-pf-por-fraude-em-instituto-de-previdencia-no-grande-recife.ghtml Em oito de maio de 2019, o site G1, das organizações Globo, publicou que Lula Cabral e Andre Maciel, sogro e genro, viraram réus no TRF-5 por gestão fraudulenta, lavagem de dinheiro, corrupção passiva (o sogro). Andre Maciel é acusado de receber R$ 6 milhões da empresa Bittenpar Participações S.A. em espécie, trazidos de São Paulo em uma aeronave particular, em novembro de 2017 e responde por lavagem de dinheiro e corrupção passiva. https://g1.globo.com/pe/pernambuco/noticia/2019/05/08/prefeito-afastado-do-cabo-lula-cabral-e-quatro-servidores-do-municipio-viram-reus-em-processo-sobre-desvio-de-r-925-milhoes.ghtml  

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