Revoltado com adiamento da votação da Reforma da Previdência, líder da direita chama polícia de "bando de vagabundos" e "ladrona"

O MBL é um movimento de direita patrocinado pelo DEM

De O POVO

Ex-líder do Movimento Brasil Livre (MBL) no Ceará, Carmelo Neto reclamou da repressão da Polícia durante ato em Brasília: "Bando de vagabundos", atacou. Ele ainda chamou os agentes de "ladrões". Segundo Neto, os policiais usaram bombas de gás lacrimogênio e balas de borracha para dispersar os manifestantes. "Sou alérgico", queixou-se. "Fiquei com falta de ar quase caio aqui na grama. Um absurdo, pouca vergonha na cara. Ministro ladão e polícia ladrona também", continuou. Ele ainda definiu a ação repressiva como "vagabundagem" e "falta do que fazer". O cearense viajou a Brasília com aliados para acompanhar a votação da Reforma da Previdência no Senado. Contudo, o presidente da Casa, Davi Alcolumbre (DEM), adiou a votação. "Alcolumbre usou toda a sua cara de pau para adiar de novo (a votação)", atacou o jovem no Twitter. Em Brasília, ele e outros colegas da caravana aproveitaram para visitar o senador cearense Eduardo Girão (Podemos). "Estamos aqui, Girão, para mostrar para o Senado, reafirmar nosso apoio nessa causa do impeachment dos ministros do STF, da CPI da Lava Toga, do fim do foro privilegiado e mostrar nosso repúdio com mais um atraso da votação da Reforma da Previdência". disse o ex-líder do MBL. (Vídeo: Reprodução/ Twitter)



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