Buscas e apreensões contra Bivar foram pedidas desde agosto pelo MPE e autorizadas pelo Pleno do TRE/PE




A operação da PF realizada hoje contra o chamado laranjal do PSL e que teve como alvos, além do dono da legenda, Luciano Bivar, a sede do PSL em Pernambuco, candidatas apontadas como laranjas e empresas contratadas pelas campanhas do partido, foi pedida pelo Ministério Público Eleitoral dewde agosto deste ano, mas indeferidas por um juiz eleitoral.

Somente agora, após o Pleno do TRE/PE acatar um recurso do MPE, foram deferidas as medidas.

Aliados de Bivar, entretanto, atribuem a uma ingerência de Bolsonaro a realização da operação no momento em que o presidente bate cabeça com Bivar, a quem chamou de cara queimado por causa do laranjal.

O ex-ministro do TSE, Admar Gonzaga, a quem Bivar acusou de se associar com bolsonaristas e com uma "advogada rapina" para deeviar recursos do PSL para finalidades não éticas, chamou de "coincidência".  Admar Gonzaga fpi chamado por  Bivar de juiz desempregado e é hoje conselheiro de Bolsonaro.

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