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Butique das "finas e fofas" do Recife era "usada para desvios de recursos das empresas principais" do Grupo João Santos para fugir dos credores trabalhistas e fiscais

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Policial federal contando dinheiro apreendido na casa de um dos alvos da Operação Background - Foto: Divulgação/PF Em todo o período analisado pela Polícia Federal, o total de créditos nas contas da Dona Santa foi de cerca de R$ 102 milhões, enquanto a receita declarada no mesmo período foi de pouco mais de R$ 47 milhões. Aparentemente, R$ 55 milhões de origem desconhecida foram creditados nas contas da empresa, aponta a decisão de buscas e apreensões De acordo com a decisão que determinou buscas e apreensões nas empresas do Grupo João Santos e de pessoas ligadas a este, a Polícia Federal aponta no sentido "da lavagem de dinheiro", pois "analisando as movimentações bancárias suspeitas, foi possível identificar retiradas milionárias por sócios, utilização de contas bancárias de passagem, com valores entrando na conta e sendo transferidos para outras contas no mesmo dia ou em dias próximos, tudo isso para evitar bloqueios judiciais e rastreamento dos valores. Também

PF flagrou 114 contatos telefônicos entre desembargadora afastada e traficante de drogas e assaltante de carro-forte


Um dos pontos que chama atenção na decisão do ministro Og Fernandes que mandou afastar desembargadores e juízes e prendeu o diretor judiciário do Tribunal de Justiça da Bahia é a informação de que nada menos que 114 contatos telefônicos entre a desembargadora e 2. Vice-presidente do TJBA, Maria da Graça Osório Pimentel Leal, com um homem chamado Roerto Tadeu Osório Pimentel Leal, posteriormente preso por tráfico de drogas e assaltos a carros-fortes foram registrados no inquérito que deu origem à Operação Faroeste.

A desembargadora também teria movimentado R$ 13,3 milhões durante o período investigado, dos quais apenas R$ 1,9 milhão teriam origem em remuneração do cargo público.





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