Advogado de políticos em Brasilia, defensor do miliciano Adriano Nóbrega fala em "queima de arquivo"



O advogado brasiliense Paulo Emílio Catta Preta Godoy disse aos jornais que morte de seu cliente, o miliciano Adriano Nóbrega, durante uma operação das polícias da Bahia e do Rio de Janeiro para capturá-los tinha elementos de uma queima de arquivo.

Adriano, que era procurado por chefiar um grupo de assassinos de aluguel conhecido como Escritório do Crime, com atuação no Rio de Janeiro havia dito ao advogado que a policia tinha um plana para matá-lo e não para prendê-lo, como queima de arquivo.

O ex-capitão do Bope além de ser um dos suspeiros da execução encomendada da vereadora do Psol Marielle Franco e de seu mptorista Anderson, ainda figurava entre os suspeitos de serem beneficiários do esquema de rachadinhas montado no gabinete de Flavio Bolsonaro, cujo comandante era o também PM Queiroz.

Uma irmã e uma ex-esposa de Adriano tinham cargos fantasmas no gabinete de Flavio, na Alerj.

O advogado Catta Preta tem atuação no Distrito Federal onde advoga para políticos processados por corrupção como o ex-governador do DF José Roberto Arruda.

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