Em nota, advogado citado na Operação Checkout refuta acusações de delator e apresenta documentos da Receita Federal



O advogado  Jackson  Mitsui entrou em contato com o Blog e soliciou a publicação dos esclarecimentos que adiante reproduzimos integralmente, trazendo ainda documentos que comprovariam que delator que o citou teria faltado com a verdade. Segue a nota e link para documentos

https://drive.google.com/file/d/1sET4Pxk2DI6cLG--YvZy34PbVLXdK3mU/view?usp=drivesdk
https://drive.google.com/file/d/1s9iHTcLZYMCGzV3-9dphMSVPD8DJCBff/view?usp=drivesdk

Prezada Senhora Noelia Brito, bom dia:

Em 12/03/2019 seu Blog publicou matéria, e parte da Decisão Judicial exarada em 13/02/2019, nos autos do processo 0001309-54.2019.4.03.6181, com o título “Operação Checkout: Escritórios de Advocacia intermediaram propina de R$ 39 milhões para obteção de decisão do CARF que liberou empresa de turismo de pagar R$ 161 milhões à Receita.
A matéria enfoca situação ligada ao CARF e à empresa CVC TURISMO, e no contexto menciona o meu nome, podendo gerar interpretação de que eu estaria incluído na referida situação, atinente àquele Conselho Administrativo de Recursos Fiscais, coisa que não acontece.
Em verdade, a decisão judicial incluiu meu nome, como uma das pessoas objeto da ordem de busca e apreensão, porque o delator Guilherme Jesus Paulus, em outra situação a parte a do CARF, da qual não me diz respeito, afirmou que teria me entregue dinheiro para a agilização e liberação de créditos tributários a favor de outra empresa, a GJP PARTICIPAÇÕES, ao tempo em que eu era servidor da Receita Federal, conforme consta das páginas 17 e 18 da íntegra da decisão judicial, que pode ser conferida neste link de outro blog:
Assim, tendo em vista que o afirmado não é verdade, e a divulgação, na internet, da decisão judicial, que nela ainda permanece até os dias de hoje, tem me causado constrangimentos profissionais na minha atual atividade de advogado, venho esclarecer que a Corregedoria da Receita Federal, por intermédio do escritório da 8ª Região, após investigações internas e nos sistemas informatizados do órgão, já informou à Polícia Federal que, em suma, o alegado (de agilização e liberação de créditos) não procede e, por consequência, digo que muito menos a entrega de dinheiro por algo que não aconteceu. Anexo os ofícios abaixo, que assim se pronunciam:
Ofício nº 182/2018, de 20/09/2018
Ofício nº 215/2018 – RFB/Coger/Escor08, de 26/10/2018
Ofício nº   12/2019 – RFB/Coger/Escor08, de 16/01/2019
Isto posto, agradeço levarem a conhecimento público a verdade dos fatos, após a confirmação da autenticidade dos referidos ofícios, se assim o desejar.
Atenciosamente,
JACKSON MITSUI

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