Para ADDEPE, ordem para que DRACCO espionasse Coronel Meira e Antonio Campos seria "manifestamente ilegal" e delegados não admitem ingerência política em seu trabalho. Leiam nota, na íntegra



Em nota encaminhada hoje ao Blog da Noelia Brito, a Associação dos Delegados de Polícia de Pernambuco manifetam apoio às delegadas e aos delegados do DRACCO, que segundo declaração assinada, ontem, pelo Coronel Meira, teriam recebido ordens da cúpula do governo de Pernambuco para espionarem o Coronel e o irmão de Eduardo Campos, o advogado e presidente da Fundaj, Antônio Campos. 

Na nota, a Associação reputa como manifestamente ilegal qualquer ordem nesse sentido e que não seria cumprida pelos delegados do DRACCO, que se pautam pela impessoalidade e independência. Leiam a nota na íntegra:



"A Associação dos Delegados de Polícia de Pernambuco vem a público manifestar apoio aos delegados de polícia do departamento de repressão à corrupção e ao crime organizado, DRACCO, ao mesmo tempo em que esclarece que o DRACCO é composto por Delegados e Delegadas compromissados com a sociedade, que vem desempenhando o seu trabalho com impessoalidade e independência, agindo de acordo com a legislação em vigor.
Os Delegados de Polícia não admitem e nem cedem a qualquer tipo de ingerência política, de qualquer autoridade que seja, inclusive oriunda de ordem manifestamente ilegal como a que foi supostamente aduzida por Luiz de França e Silva Meira, em declaração datada de 14/02/2020 e enviada à imprensa."

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