Monitoramento e "grampos" contra Coronel Meira e Antonio Campos teriam sido ordenados ao DRACO pelo Palácio, segundo informe da Inteligência da PM ao Coronel. Leia denúncia à PF


O advogado e presidente da Fundação Joaquim Nabuco, Antônio Campos, enviou nota à imprensa, em que reporta que apesar de determinação do ministro Sergio Moro, para que seu pedido de proteção fosse analisado vom urgência pela Polícia Federal em Pernambuco, até o momento nenhum contato foi feito pela Superintendência Regional encarregada da análise.

O pedido de proteção teria razão por supostas ameaças que Antônio Campos viria sofrendo por denunciar, ao MPF, uma série de irregularidades e atos de corrupção atribuídos à cúpula do PSB de Pernambuco.

Além de solicitar providências no sentido de deslocar o caso para Brasília, Antônio Campos ainda encaminha à PF e à imprensa, uma declaração assinada pelo Coronel Meira, um dos coordenadores do Aliança, Partido de Bolsonaro, em Pernambuco, onde o policial militar da reserva denuncia que teria sido procurado por amigos e por um integrante da inteligência da PMPE informando-lhe sobre ordem de "alta autoridade" do governo Paulo Câmara para que o DRACO, Departamento de Combate à Corrupção e ao Crime Organizado da Polícia Civil de Pernambuco realizasse monitoramento com escutas e rastreamento com finalidade de relatório de todas as movimentações tanto de Antônio Campos quanto do próprio Coronel Meira, a ser encaminhado, com urgência, ao Palácio do Campo das Princesas.

O Blog está à disposição de todas as pessoas, autoridades e órgãos citados na matéria para os esclarecimentos que entenderem pertinentes.



Leiam a nota e anexos.

Nota 

Com referência ao pedido de proteção feita terça-feira, reiterei o pedido feito a Polícia Federal de Pernambuco, que embora tenha havido determinação do Ministro Sérgio Moro, até a tarde dessa sexta-feira não houve qualquer contato com a minha pessoa. A reiteração também é feita em razão de ter sido procurado, no início da tarde dessa sexta-feira, pelo Coronel Meira que relatou fatos e fez declaração sobre “monitoramento” que a minha pessoa e a dele estaria sofrendo, por “polícia política”, do atual Governo do Estado. Acabo de comunicar tal fato também ao Ministério Público Federal e ao Ministro Sérgio Moro, inclusive solicitando, que o caso, se necessário, seja avocado para o Núcleo Especial em Brasília da Polícia Federal. Recife, 14 de fevereiro de 2020 Antônio Ricardo Accioly Campos RG 3053.812







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