Caso Beatriz: Polícia Civil de Pernambuco esclarece saída de mais uma delegada das investigações. Crime bárbaro chocou o Estado, mas segue, há 4 anos, sem solução

Beatriz foi brutalmente assassinada aos 7 anos de idade dentro da escola onde estudava. Cometido há mais de 4 anos, crime que chocou Pernambuco segue sem solução 

Segue sem solução o homicídio brutal da menina Beatriz Angélica,  morta aos 7 anos de idade, com 42 facadas, no interior de uma escola particular de classe média alta, na cidade de Petrolina, durante uma festa de formatura com a presença de centenas de pessoas.

Passados 4 anos do crime hediondo que chocou o Estado de Pernambuco, o inquérito já foi comandado por quatro delegados diferentes, dentre as quais, a hoje deputada Gleide Angelo.

Mais recentemente, a delegada Francisca Polyanna Neri também saiu da presidência das investigações e, segundo Nota da PCPR, sua saída se deu a pedido da profissional de segurança pública, que já foi substituída da presidência do Inquérito por outros dois delegados, sendo mantida a conduç das investigações, que correm em segredo de justiça, por uma Força Tarefa composta de 4 delegados. Leiam a nota da PCPE na íntegra:

NOTA À IMPRENSA

A Polícia Civil de Pernambuco esclarece que continua em tramitação o Inquérito Policial que apura o homicídio de que foi vítima a criança BEATRIZ ANGÉLICA MOTA, havendo total empenho na elucidação do crime, inclusive com composição de uma Força Tarefa integrada por quatro delegados designados para o caso, por determinação da Chefia de Polícia através da Portaria no 235/2019. 

Importante destacar que todas as autoridades policiais designadas para a Força Tarefa o foram por possuírem notável experiência no âmbito de investigações de crimes violentos contra a vida. 

A Delegada Francisca Polyanna Neri, conforme a mencionada portaria, integrou a referida Força Tarefa desde sua implementação, na qualidade de presidente do Inquérito Policial, atuando no caso com os outros três delegados. 

Ocorreu que, em fevereiro de 2020, a citada delegada, por sua própria iniciativa e de forma espontânea, requereu seu afastamento do caso, sendo, portanto, necessária a revogação daquela portaria e a consequente designação de outra autoridade policial para substituí-la. 

Diante disso, a Chefia de Polícia acatou o requerimento, e assim sobreveio a Portaria n. 051/2020, que mantém a conjunta de Força Tarefa composta por quatro delegados, agora designando os delegados Isabella Cabral Fonseca Pessoa e João Leonardo Freire Cavalcanti para prosseguir na presidência do Inquérito Policial.

Com relação à investigação propriamente dita, o trâmite segue sob o manto do segredo de justiça que não autoriza quaisquer divulgações.

Apesar dos desafios, a PCPE tem plena confiança que o caso será elucidado, trazendo justiça para os familiares e a sociedade.

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