Após dois anos, PF conclui que incendio no Museu Nacional não foi criminoso




O Laudo Pericial descartou a hipótese de incendiarismo, ou ação criminosa.

Rio de Janeiro/RJ – A Polícia Federal concluiu hoje (6/7) a investigação sobre o incêndio do Museu Nacional da Quinta da Boa vista, ocorrido no dia 02 de setembro de 2018, no Rio de Janeiro/RJ.

A perícia técnica-criminal da PF confirmou que o início do fogo ocorreu no Auditório Roquette Pinto, localizado no 1º andar, próximo a entrada principal do Museu. O local provável do início do incêndio foi um dos aparelhos de ar condicionado instalado no interior do Auditório. O Laudo Pericial descartou a hipótese de incendiarismo, ou ação criminosa.

Segundo a investigação, em agosto de 2015, o Corpo de Bombeiros do Estado do Rio de Janeiro, CBMERJ, havia iniciado uma fiscalização no prédio do Museu Nacional. Essa fiscalização não foi concluída; o oficial do CBMERJ, o qual não deu prosseguimento regular a fiscalização, foi punido administrativamente.

Após a fiscalização, o Reitor da UFRJ e a Diretora do Museu Nacional iniciaram tratativas com o BNDES para revitalização do prédio, entre outros motivos, para adequação ao Código de Segurança contra Incêndio e Pânico. O contrato foi assinado em junho de 2018, porém o valor não foi desembolsado antes da ocorrência do sinistro.

Com base nas provas colhidas, a PF não caracterizou a conduta dos gestores como omissa, especialmente, porque faltava apenas a transferência da verba do BNDES para o Museu Nacional para que as obras se iniciassem.



Comunicação Social da Polícia Federal no Rio de Janeiro

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