ORCRIM pernambucana vendia "notas fiscais frias" para empresas de confecções do Ceará e São Paulo por meio de empresas "fantasmas"

 

Uma organização criminosa especializada na venda de "notas fiscais frias" por meio de "empresas fantasmas" foi alvo, na manhã de hoje, de uma Operação da Polícia Civil de Pernambuco, em colaboração com as Polícias Civis do Ceará e de São Paulo, onde outras empresas do ramo de confecção compravam as notas "fiscais frias" que eram emitidas por cerca de 70 empresas fantasmas criadas em Pernambuco para tal fim.


Após a emissão das "notas frias", as empresas eram encerradas pela ORCRIM.


De acordo com a Polícia Civil de Pernambuco, a organização criminosa teria movimentado cerca e R$ 50 milhões e sonegado pelo menos R$ 10 milhões por meio do esquema crimisoso.


Dentre os 25 presos na Operação, que recebeu o nome de "Laranja de Papel", numa alusão ao ramo de confecções das empresas beneficiárias do esquema, está uma pré-candidata da cidade de Altinho, em Pernambuco.


Os nomes das empresas e dos alvos pessoas físicas não foram divulgados pela Polícia

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