PSB e João Campos pedem que Justiça censure WhatsApp e Facebook por mensagens em massa com entrevista de Ana Arraes, avó do candidato, criticando-o

Foto: Representação nº 0600027-32.2020.6.17.0007


O Partido Socialista Brasileiro e seu candidato a Prefeito do Recife, João Campos entraram com nova representação na Justiça Eleitoral pedindo que seja concedida tutela de urgência inaudita altera parte, a fim de determinar a proibição de veiculação de uma mensagem de áudio e foto, onde a avó de João Campos, a ministra do TCU, Ana Arraes, em entrevista ao blogueiro Jamildo Melo, afirma que o neto deveria lhe pedir desculpas por tê-la "agredido". A entrevista original pode ser conferida em Ana Arraes diz que será candidata e critica o neto João Campos, disponível na conta da TVJC.

A representação foi distribuída hoje à 007ª Zona Eleitoral do Recife.

Os advogados de João Campos pedem que a Justiça intime a "empresa provedora e controladora do canal social WhatsApp que, através de seu responsável legal ou pessoa a ele delegada, suspenda, desative ou bloqueie o envio de mensagens pelos usuários dos números +55 75 8702-5003, +55 75 8826-6518, +55 74 8837-4018 e +55 79 8879- 4759, impedindo que estes continuem a divulgar, via disparo em massa de propaganda irregular, denunciada nesta representação, sob pena de aplicação de astreintes a serem estipuladas por este Juízo". Além disso, pede que seja determinado que a empresa WhatsApp Inc disponibilize, observado o prazo de 28/09/2020 até a concessão da tutela de urgência, os registros de conexão e de acesso, bem como os dados cadastrais, pessoais ou outras informações disponíveis que auxiliem a identificar os responsáveis pelos números de telefone 55 75 8702-5003, +55 75 8826-6518, +55 74 8837-4018 e +55 79 8879-4759, os quais se encontram registrados na plataforma WhatsApp, bem como identifique todos os usuários que compartilharam a propaganda irregular em questão".