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Pague Menos e Ultrapar confirmam compra da Extrafarma pelo preço final de R$ 700 milhões

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Foto: Divulgação  Com aquisição, Pague Menos se torna a segunda maior rede de farmácias em número de lojas do país, atrás apenas de Raia Drogasil SÃO PAULO – Seguindo a intensa agenda de fusões e aquisições nos últimos meses entre empresas da Bolsa, nesta terça-feira (18) de manhã os investidores receberam a notícia da Reuters de que a Pague Menos (PGMN3) teria comprado a Extrafarma, do conglomerado Ultrapar (UGPA3), por R$ 600 milhões mais dívida e caixa, que totalizaram assim R$ 700 milhões. A notícia oficial da transação, contudo, aconteceu depois do fechamento do mercado, após as companhias terem confirmado durante a manhã desta terça-feira (18) apenas que estavam em negociação, mas sem os termos do acordo. Já depois do fechamento do mercado, além da confirmação do negócio, mais detalhes foram dados. A Ultrapar confirmou que assinou o contrato por um valor total da venda (EV – enterprise value) de R$ 700 milhões, sujeito a ajustes em razão principalmente das variações de capital de

Operação Frígia: MPF ajuiza duas ações contra policial federal suspeito de vazar Operação em Pernambuco

Vazamento: foto ilustrativa 



Minérios de ouro e prata eram extraídos ilegalmente no município de Verdejante e beneficiados posteriormente em Serrita, no sertão pernambucano

O Ministério Público Federal (MPF) em Salgueiro (PE) ajuizou ação de improbidade administrativa contra três envolvidos na extração ilegal de minérios de ouro e prata e posterior beneficiamento no sertão pernambucano – dois deles também são alvos de denúncia oferecida pelo MPF. Essas atividades são realizadas na zona rural dos municípios de Verdejante e Serrita, no sertão pernambucano. As ações foram ajuizadas no âmbito da Operação Frígia.

A operação foi oriunda de investigação conjunta realizada pelo MPF e pela PF. As apurações indicaram que os investigados realizam desde a extração da pedra bruta in natura até a venda do produto a receptadores no Recife e em Juazeiro do Norte (CE). A extração dos minérios ocorria em terrenos públicos e particulares. Os valores oriundos da venda eram colocados em circulação, com aparência de legalidade, por meio da aquisição de veículos e outras condutas que caracterizam a prática de lavagem de dinheiro.

Os alvos da ação de improbidade são o escrivão da Polícia Federal Marcos Henrique Menezes Pessanha, apontado como responsável pelo vazamento de informações e por reuniões com outros integrantes do esquema, o policial militar João Genival de Sá, que, segundo o MPF, figura como um dos líderes da organização, bem como o empresário Mauro José Marroquim Santana, apontado como comprador do minério ilegalmente extraído.

Segundo o MPF, os acusados praticaram atos de improbidade que atentam contra os princípios da Administração Pública, acobertando os crimes investigados e usando bancos de dados fechados, dentre outras práticas que poderiam colocar em risco a própria operação.

Caso a Justiça Federal acate os pedidos da ação de improbidade, os acusados podem ser condenados ao ressarcimento integral do dano, perda da função pública, suspensão dos direitos políticos por até cinco anos, pagamento de multa civil e proibição de contratar com o Poder Público por três anos. O procurador da República também requer o pagamento de danos morais coletivos. Na denúncia, cujos alvos são Marcos Henrique Menezes Pessanha e Mauro José Marroquim Santana, o MPF requer, além da perda do cargo público do policial federal, a condenação de ambos pelo crime de violação do sigilo funcional.

Processos nº 0800112-39.2021.4.05.8304 (improbidade) e 0800111-54.2021.4.05.8304 (denúncia)


Assessoria de Comunicação Social
Procuradoria da República em Pernambuco

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