CPI da Pandemia prepara quebra de sigilos de Carlos Bolsonaro, o filho mais problemático do presidente

19 de mai. de 2021

/ by Blog da Noelia Brito

Foto: Reprodução

O G7, grupo que detém o comando da CPI, entende que, somente após reunir um arsenal de provas robustas, Carlos deverá ser chamado - na condição de suspeito. 

Antes de convocar o filho "02" de Jair Bolsonaro, o problemático Carlos, o grupo apelidado de G7, que detém o comando da CPI da Pandemia, planeja realizar uma verdadeira devassa em sua vida, com a quebra dos sigilos telefônico, fiscal, bancário e telemático.

A transferência de informações de plataformas como Google, WhatsApp, Facebook, Instagram, Messenger e Apple, além de dados mantidos pela Câmara Municipal do Rio de Janeiro, também serão pedidos. O requerimento argumenta que o filho do presidente foi citado por testemunhas da CPI como figura presente em reuniões sobre a compra de vacinas por parte do governo brasileiro.

A tese do relator da CPI, senador Renan Calheiros (MDB-AL), é que o vereador integrava uma espécie de “gabinete paralelo” ao Ministério da Saúde. “Causa espécie o fato de um vereador ser chamado a participar e opinar em decisões que devem ser tomadas pelo governo federal, com o apoio de especialistas em saúde”, diz no requerimento o senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE). O senador detalha ainda as informações que Carlos terá que fornecer em relação ao aplicativo WhatsApp. “Nomes dos grupos, seus administradores, integrantes dos grupos com seus respectivos números de telefones e fotos; lista de grupos; e agenda de contatos simétricos e assimétricos”.

O G7 entende que, somente após reunir um arsenal de provas robustas, Carlos deverá ser chamado - na condição de suspeito. 

As informações são do Valor Econômico.

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