Escritório de advocacia de Ricardo Salles fez operações suspeitas detectadas pelo COAF, aponta a Polícia Federal

19 de mai. de 2021

/ by Blog da Noelia Brito

 Ricardo Salles e Gilson Machado, ministro do Turismo, durante agenda em Fernando de Noronha. Na época, Machado ainda era presidente da EMBRATUR / Foto: Divulgação

 

Além de Salles, parte das empresas envolvidas e pelo menos dois dos agentes públicos investigados tiveram, nos últimos anos, inúmeras comunicações ao COAF por operações suspeitas.

Na decisão que determinou as buscas e apreensões contra o Ministro Ricardo Salles e outros dez servidores do Ministério e do IBAMA, Alexandre de Moraes resslatou a existência de Operações suspeitas envolvendo o escritório de advocacia do Ministro: "a autoridade policial também destacou que parte das empresas envolvidas e pelo menos dois dos agentes públicos investigados tiveram, nos últimos anos, inúmeras comunicações ao COAF por operações suspeitas. A esse respeito, a representação ainda aponta a possível existência de indícios de participação do Ministro do Meio Ambiente, Ricardo de Aquino Salles, em razão de comunicações ao COAF por operações suspeitas realizadas, também nos últimos anos, por intermédio do escritório de advocacia do qual o referido Ministro de Estado é sócio (RIF n. 60322.2.2536.4046 – Anexo VIII).

Além de Salles, parte das empresas envolvidas e pelo menos dois dos agentes públicos investigados tiveram, nos últimos anos, inúmeras comunicações ao COAF por operações suspeitas. 


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