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Pague Menos e Ultrapar confirmam compra da Extrafarma pelo preço final de R$ 700 milhões

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Foto: Divulgação  Com aquisição, Pague Menos se torna a segunda maior rede de farmácias em número de lojas do país, atrás apenas de Raia Drogasil SÃO PAULO – Seguindo a intensa agenda de fusões e aquisições nos últimos meses entre empresas da Bolsa, nesta terça-feira (18) de manhã os investidores receberam a notícia da Reuters de que a Pague Menos (PGMN3) teria comprado a Extrafarma, do conglomerado Ultrapar (UGPA3), por R$ 600 milhões mais dívida e caixa, que totalizaram assim R$ 700 milhões. A notícia oficial da transação, contudo, aconteceu depois do fechamento do mercado, após as companhias terem confirmado durante a manhã desta terça-feira (18) apenas que estavam em negociação, mas sem os termos do acordo. Já depois do fechamento do mercado, além da confirmação do negócio, mais detalhes foram dados. A Ultrapar confirmou que assinou o contrato por um valor total da venda (EV – enterprise value) de R$ 700 milhões, sujeito a ajustes em razão principalmente das variações de capital de

Operação Background: Grupo João Santos distribuiu mais de R$ 255,5 milhões de pró-labore entre os sócios enquanto dava calote de R$ 55 milhões nos empregados

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Joias, dinheiro em espécie, veículos e embarcações de luxo, além de imóveis foram apreendidos pela Polícia Federal em residências dos donos do Grupo João Santos/Foto: Divulgação/PFPE   Integrantes da família Santos teriam realizado esvaziamento patrimonial e o desvio de recursos, pagamentos de pró-labores milionários, saques vultuosos em espécie, superfaturamento de importações e equipamentos industriais, transações fictícias superfaturadas etc. Para isso, Fernando Santos e José Bernardino teriam criado empresas denominadas na investigação como Grupos Paralelos, utilizando familiares e laranjas como sócios, com o alegado propósito de desviar todo o patrimônio pessoal e das empresas do Grupo João Santos para aquelas, furtando-se, assim, de suas obrigações tributárias e trabalhistas, aponta a Polícia Federal A decisão judicial que ordenou as buscas e apreensões no Grupo João Santos destaca que "segundo a representação policial paralelamente às trocas de gestores nas empres

Bal Masqué: TRF 5 concede habeas corpus e investigado por desvios na Prefeitura do Recife já pode assumir cargos públicos em outros entes da Federação

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Felipe Bittencourt e Geraldo Julio em evento social (Foto: Reprodução) Durante a gestão do ex-prefeito Geraldo Julio,  a Polícia Federal realizou 7 Operações de combate à corrupção na Prefeitura do Recife, por suspeita de desvios de recursos na pandemia, tendo como principais alvos o secretário de Saúde Jailson Correia, que ganhou um cargo no Estado e o próprio Bittencourt. A 4ª Turma do Tribunal Regional Federal da 5ª Região concedeu ordem de habeas corpus em favor de Felipe Bittencourt "para excluir das medidas cautelares impostas pelo juízo de origem o exercício de toda e qualquer função pública, tanto em cargo efetivo ou comissionado, para além do município do Recife, mantendo-se a referida restrição no que concerne ao mencionado município, e também se mantendo as demais medidas conforme aplicadas no Juízo a quo; contudo, tais medidas cautelares ainda remanescentes deverão imediatamente cessar se, passados trinta dias, contados de forma corrida a partir da data do presente

Alvo da Operação Background, da PF, Grupo João Santos foi condenado a pagar R$ 60,5 milhões a trabalhadores, em 2018. Processo aguarda envio ao TST

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Foto: Reprodução O Ministério Público do Trabalho (MPT) em Pernambuco obteve, ainda em 2018, a condenação do grupo empresarial João Santos, alvo da Operação Background, da Polícia Federal e da Receita Federal, por sonegação de mais de R$ 8,6 bilhões, ao pagamento de R$ 60,5 milhões por dívidas trabalhistas. A decisão foi confirmada pelo TRT da 6ª Região e aguarda envio de recurso de empresas do Grupo ao TST. Em outubro de 2016, o MPT ajuizou ação cautelar contra várias empresas do conglomerado João Santos, para garantir o pagamento dos trabalhadores prejudicados. O Grupo foi alvo, ontem, da Operação Background , da Polícia Federal e da Receita Federal por sonegação de mais de R$ 8,6 bilhões e lavagem de dinheiro por meio de empresa de factoring, para ocultação de patrimômio . A causa gerou decisão preliminar favorável aos funcionários, em junho de 2017, quando alguns bens foram bloqueados e leiloados, o que foi suficiente apenas para o pagamento de parte das dívidas. Na ocasião, os tra

Mais de 20 empresas do Grupo João Santos utilizaram uma "factoring" para lavar dinheiro, além de superfaturar importações para fazer remessas ao exterior, aponta a Receita Federal

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  Foto: Divulgação/PF Durante o cumprimento dos mandados da Operação Background em 19 endereços, sendo 15 no Recife, 01 em Olinda e 03 na cidade de São Paulo foram apreendidas obras de arte, joias, relógios suíços, embarcações e veículos de luxo e dinheiro em espécie, tanto em reais quanto em moedas estrangeiras.   As investigações da Polícia Federal e da Receita Federal identificaram que mais de vinte empresas do Grupo João Santos, sediado em Recife, utilizaram-se de uma factoring para desviar receitas que poderiam ser utilizadas para quitar diversas dívidas trabalhistas e tributárias. Verificou-se, também, a prática reiterada de superfaturamento em importações e subfaturamento em exportações, com o claro objetivo de remeter, ilicitamente, recursos ao exterior. Assim, no curso da Operação Background, foram decretados bloqueios de valores e sequestros de bens pertencentes aos investigados, refe

Das colunas sociais para as páginas policiais: briga familiar por herança acaba na Operação Background da Polícia Federal em Pernambuco contra sonegação de mais de R$ 8,5 bilhões

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Foto: Reprodução/Facebook   Dossiê já apontava, em 2018, que as dívidas do Grupo Santos com a União superariam os R$ 8 bilhões, dos quais R$ 5 bilhões inscritos em Dívida Ativa, valor que teria sido alcançado por meio de sonegação já que o grupo estaria se autofinanciando com recursos que deveriam quitar tributos. Uma matéria publicada ainda em 2018, pelo Valor Econômico, dá várias pistas sobre a origem das denúncias que levaram à deflagração da Operação Background, realizada na manhã de hoje, 5, em Pernambuco nos Estados de São Paulo, Amazonas, Pará e Distrito Federal contra empresas e alvos ligados ao Grupo João Santos, dono da Cimento Nassau e de outras 41 empresas, sendo 11 fábricas de cimento, dentre outros empreendimentos. A matéria do Valor conta que, em 2018, um dossiê de 91 páginas foi enviado para Polícia Federal, Ministério Público Federal e Ministério Público do Trabalho em Pernambuco, onde o Grupo João Santos é sediado. No material, a diretoria do grupo era acusado d