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Pague Menos e Ultrapar confirmam compra da Extrafarma pelo preço final de R$ 700 milhões

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Foto: Divulgação  Com aquisição, Pague Menos se torna a segunda maior rede de farmácias em número de lojas do país, atrás apenas de Raia Drogasil SÃO PAULO – Seguindo a intensa agenda de fusões e aquisições nos últimos meses entre empresas da Bolsa, nesta terça-feira (18) de manhã os investidores receberam a notícia da Reuters de que a Pague Menos (PGMN3) teria comprado a Extrafarma, do conglomerado Ultrapar (UGPA3), por R$ 600 milhões mais dívida e caixa, que totalizaram assim R$ 700 milhões. A notícia oficial da transação, contudo, aconteceu depois do fechamento do mercado, após as companhias terem confirmado durante a manhã desta terça-feira (18) apenas que estavam em negociação, mas sem os termos do acordo. Já depois do fechamento do mercado, além da confirmação do negócio, mais detalhes foram dados. A Ultrapar confirmou que assinou o contrato por um valor total da venda (EV – enterprise value) de R$ 700 milhões, sujeito a ajustes em razão principalmente das variações de capital de

PF em Pernambuco prende pedófilo que abusava do próprio filho e compartilhava vídeos na DeepWeb

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📷 Divulgação/Polícia Federal  Na manhã de hoje, 11, a Polícia Federal, através de sua delegacia em Salgueiro/PE, deflagrou a Operação Protect I, para cumprimento de 2 (dois) mandados de prisão temporária e 3 (três) de busca e apreensão, na intenção de coibir prática de crimes de estupro de vulnerável e pornografia infantil contra uma criança de apenas 5 anos de idade.  A ação foi deflagrada nas cidades de Araripina/PE e Caldeirão Grande do Piauí/PI. A investigação contou com o auxílio da INTERPOL e retratou um gravíssimo caso de abuso sexual infantil intrafamiliar.  A suspeita é que o crime venha sendo praticado desde agosto de 2020 pelo pai da vítima. Os abusos contra a menor eram registrados em vídeos e imagens e posteriormente compartilhados na rede mundial de computadores através da chamada DeepWeb. O material pornográfico era produzido pelos próprios investigados e difundido entre outros usuários da rede.  A INTERPOL mantém um banco de dados de imagens de abuso sexual infantil